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Djaniras Xangai e Quinteto da Paraíba
Lagoa serena é a face desse homem
Onde o passarinho água não bebe
E nem pode pousada
E arriba desse ar sereno
Alguém de sobreaviso
Onde a lei que impera
É a da piranha serra-fina

Saberá... Saberá... saberá
Saberá... haverá de saber... caberá
Haverá de saber... caberá

Seu sangue é a terra que ninguém pisa
Ninguém conhece a trama que emaranha
No seio da teia
É chapadão deserto
Do peito tudinho aberto
Onde só ele se apruma
Onde os cavalos suam sal e espuma

Saberá... Saberá... saberá
Saberá... haverá de saber... caberá
Haverá de saber... caberá

Lagoa serena é a face desse homem
Viver é perigoso na memória
Na cartilha, Crimedéia e palmatória
E na mira dum tiro
Fincando na palha e na jereba

Saberá... saberá... saberá... saberá
Que não é a toa que as Djaniras
Do campo em flor são filhas
Do menos chivisco (2x)

Lagoa serena é a face desse homem
Viver é perigoso na memória
Na cartilha, Crimedéia e palmatória
E na mira dum tiro
Fincando na palha e na jereba

Saberá... saberá... saberá... saberá
Que não é a toa que as Djaniras
Do campo em flor são filhas
Do menos chivisco (2x)


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Estilos: MPB, Regional
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